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Teatro Popular Oscar Niemeyer será palco de peça do coletivo quinta-feira

Grupo de teatro TransParente retoma trabalho sobre minorias
Militância. Apresentação terá esquetes sobre gênero, sexualidade e resistência artística - Analice Paron / Agência O Globo

NITERÓI — Quinta-feira, às 19h30m, o Teatro Popular Oscar Niemeyer ficará coberto de cor: o grupo de teatro TransParente fará uma apresentação para comemorar seu primeiro aniversário. Com esquetes escritas pelos próprios integrantes do coletivo, o espetáculo abordará gênero, sexualidade e resistência artística.


O grupo é formado por cerca de 40 jovens, que se reúnem três vezes por semana para trazer ao teatro temas sobre minorias. Formado em Cinema, Marcos Campello, de 46 anos, é quem dirige o grupo. Ele coordena as ações, trabalha técnicas de apresentação e dramaturgia e integra pessoas de Niterói e São Gonçalo. Todo o projeto é voluntário:

— Como eu trabalho com teatro, fui buscando algo nessa área. Inicialmente, criei uma proposta LBGTQI+ porque tinha muito o que discutir sobre o assunto. Mas também trago temas sobre qualquer opressão e intolerância, como a religiosa.

Os alunos têm de 16 a 20 anos, e são, quase todos, LGBTQI+, mas isso não é pré-requisito para fazer parte do grupo. Miguel Petereit é hétero e explica por que decidiu entrar para o TransParente:

— Sou tímido, e o teatro me deu voz.


Os integrantes consideram o grupo uma grande família, e o nome veio justamente daí. De acordo com Campello, trans de transexualidade, e parente porque os integrantes do grupo são como tal.

Na apresentação de quinta-feira, a banda Maria Lata D’Água e o performer WQueer farão participação especial.

 

 

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